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09 de novembro, 2022

BCAA: o que a ciência traz de novo

Veja o que a ciência diz sobre os aminoácidos de cadeia ramificada e os efeitos de sua ingestão
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BCAA: o que a ciência traz de novo

BCAA, sigla para aminoácidos de cadeia ramificada, são considerados essenciais, não podem ser produzidos pelo organismo e sua ingestão ganhou atenção com esportistas. Entenda a seguir o que a ciência diz sobre o assunto e quais as atualizações disponíveis.  

BCAA - aminoácidos de cadeia ramificada  

Existem três aminoácidos de cadeia ramificada: leucina, valina e isoleucina. A leucina é o principal devido as importantes funções que exerce no organismo, como na síntese de proteínas.  

Os BCAAs circulam no plasma como aminoácidos livres, sendo reabsorvidos em todos os tecidos usando portadores específicos. Eles são únicos, entre outros aminoácidos livres circulantes no sangue. Isto acontece porque eles não sofrem catabolismo intestinal nem hepático, pois estes órgãos não contém a enzima para a desaminação chamada BCAT- transaminase do BCAA.¹ 

As concentrações de BCAA na circulação sistêmica refletem a dose administrada ou reabsorvida. Além disso, a leucina é um dos aminoácidos mais abundantes nas proteínas corporais. Eles também atuam como sinais de detecção de nutrientes para muitos tecidos-alvo. ¹ 

Compreenda como os BCAAs atuam à nível celular:  

  • blocos de construção diretos ou doadores de nitrogênio para a síntese de proteína; 
  • substrato de energia quando é degradado até os produtos glucogênicos (propionil e succinil-CoA) e cetogênicos (acetil-CoA e acetoacetato) e oxidados;  
  • sinais nutricionais através da ativação de mTOR ¹ 

Sendo assim, os aminoácidos de cadeia ramificada são nutrientes e moléculas de sinalização.  

As vias intracelulares dos BCAAs são resumidas na Figura 1 abaixo:

Referências Bibliográficas

1. Monika. Gut microbiota as the link between elevated BCAA serum levels and insulin resistance. Biomolecules, v. 11, n. 10, p. 1414, 2021. 


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