A sarcopenia é uma das questões geriátricas mais comuns, caracterizada pela perda progressiva da força e da massa muscular1.
Esta condição impacta diretamente na qualidade de vida da população idosa, uma vez que pode levar à fragilidade física e dependência do idoso, devido à dificuldade para realizar tarefas do dia a dia, além de maior risco de quedas e acidentes1.
Diversos fatores de risco estão associados à sarcopenia, como idade avançada, baixo índice de massa corporal, desnutrição, inatividade física, tabagismo e comorbidades específicas (osteoporose, osteoartrite, depressão, diabetes e comprometimento cognitivo)2.
A prevalência de sarcopenia em idosos é variada ao redor do mundo, com estimativas globais entre 10 e 27% em indivíduos com mais de 60 anos3 e até 50% dos indivíduos com mais de 80 anos4. Contudo, mesmo com sua alta prevalência e grande impacto na mobilidade, saúde mental e qualidade de vida, a sarcopenia ainda é uma condição subdiagnosticada2.
Apesar de ser uma condição associada ao processo de envelhecimento, ela pode ser tratada até a recuperação da força, massa e da função muscular através de intervenções combinadas de nutrição e exercício5,6.
A importância da alimentação e do consumo proteico

Do ponto de vista nutricional, uma alimentação com aporte suficiente de nutrientes pode prevenir o comprometimento do estado nutricional5.
A ingestão suficiente de proteínas ao longo do envelhecimento ajuda na preservação da massa muscular, das funções corporais e da saúde nesta fase da vida1.
Assim, uma boa nutrição na terceira idade, associada a um consumo diário adequado de proteínas, auxilia a limitar e tratar os declínios funcionais relacionados à mudança da composição corporal ao longo do
processo de envelhecimento1.
A qualidade da proteína, assim como o momento de ingestão deste nutriente são fatores que devem ser considerados para otimizar os benefícios da ingestão proteica nesta faixa etária7.
Portanto, uma ingestão proteica suficiente, com o consumo de proteínas de alto valor biológico e fontes de aminoácidos essenciais, é capaz de frear a evolução da sarcopenia. Além disso, fracionar a alimentação e distribuir os alimentos proteicos de forma regular ao longo do dia também é uma estratégia recomendada7.
Entre os principais alimentos fontes de proteínas, destacam-se os laticínios, carnes, ovos e leguminosas8. É importante garantir que estes alimentos sejam incluídos na rotina em uma alimentação variada e, em caso de dificuldade ou consumo insuficiente, uma suplementação específica pode ser recomendada, de acordo com as necessidades individuais.
Recomendação de ingestão proteica

As evidências atuais sugerem que os idosos precisam de um aporte proteico maior do que os adultos jovens, com ingestões abaixo do recomendado sendo associadas a um maior risco de mortalidade9,10.
A recomendação de ingestão proteica diária para idosos é de 1,0 a 1,2 g de proteína por kg de peso corporal. Para idosos com alguma doença estabelecida, a ingesta proteica pode ser ajustada devido ao processo inflamatório, presença de feridas ou infecções. Nesses casos, é sugerida a ingestão diária de 1,2 a 1,5 g de proteína/kg para idosos com doenças crônicas, podendo chegar a 2,0 g/kg em casos de doenças graves ou desnutrição1,9.
Apesar da sua importância e necessidade diária, é comum que o consumo de proteínas reduza ao longo dos anos. Isso acontece devido à perda progressiva da eficiência da mastigação e da deglutição, associada à textura mais resistente dos alimentos proteicos que são habitualmente consumidos, como as carnes11.
Um suplemento aliado ao combate da sarcopenia
Uma vez que até mesmo o idoso saudável apresenta modificações no ato de deglutir, levando à preferência por alimentos em consistência pastosa ou líquida, é muito importante ter cuidado com as escolhas alimentares ao longo do dia11. O uso de suplementos proteicos pode auxiliar na aceitação e aporte proteico diário, devido à sua versatilidade e praticidade.
Nos últimos anos, estudos demonstraram melhora no quadro de sarcopenia com a adequação do consumo proteico por meio da suplementação12.
Excellence Vital Care fornece 14 gramas de proteína por porção, somando-se a um mix de vitaminas e minerais. Assim, complementa a ingestão proteica diária quando a alimentação habitual não é suficiente, contribuindo para a manutenção da massa muscular e o aporte nutricional em idosos.
Sua formulação com sabor neutro facilita a adesão e aceitação, podendo ser incorporado em água, sucos ou preparações culinárias de preferência do paciente, sempre com orientação profissional.
Entre as variadas formas de consumo, Excellence Vital Care pode ser incluído em refeições de todos os momentos do dia, como café da manhã e lanche (em sucos, shakes, cremes de frutas, leite, iogurtes, patês) e no almoço e jantar (em purês, cremes, sopas, feijões).
É importante ressaltar que os suplementos proteicos não substituem uma alimentação equilibrada, mas complementam adequadamente a ingestão total de proteínas, especialmente em indivíduos com necessidades aumentadas ou ingestão alimentar reduzida, um cenário comum na terceira idade devido a alterações sensoriais, dentárias ou digestivas.