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29 de janeiro, 2026
- Por Acervo Grupo Piracanjuba

Atenção à sarcopenia na terceira idade

A sarcopenia impacta na qualidade de vida e pode ser prevenida ou tratada por meio de um aporte nutricional adequado, ajudando a manter a autonomia do idoso.
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Atenção à sarcopenia na terceira idade
A sarcopenia é uma das questões geriátricas mais comuns, caracterizada pela perda progressiva da força e da massa muscular1.  

Esta condição impacta diretamente na qualidade de vida da população idosa, uma vez que pode levar à fragilidade física e dependência do idoso, devido à dificuldade para realizar tarefas do dia a dia, além de maior risco de quedas e acidentes1

Diversos fatores de risco estão associados à sarcopenia, como idade avançada, baixo índice de massa corporal, desnutrição, inatividade física, tabagismo e comorbidades específicas (osteoporose, osteoartrite, depressão, diabetes e comprometimento cognitivo)2

A prevalência de sarcopenia em idosos é variada ao redor do mundo, com estimativas globais entre 10 e 27% em indivíduos com mais de 60 anos3 e até 50% dos indivíduos com mais de 80 anos4. Contudo, mesmo com sua alta prevalência e grande impacto na mobilidade, saúde mental e qualidade de vida, a sarcopenia ainda é uma condição subdiagnosticada2

Apesar de ser uma condição associada ao processo de envelhecimento, ela pode ser tratada até a recuperação da força, massa e da função muscular através de intervenções combinadas de nutrição e exercício5,6


A importância da alimentação e do consumo proteico 

Do ponto de vista nutricional, uma alimentação com aporte suficiente de nutrientes pode prevenir o comprometimento do estado nutricional5

A ingestão suficiente de proteínas ao longo do envelhecimento ajuda na preservação da massa muscular, das funções corporais e da saúde nesta fase da vida1

Assim, uma boa nutrição na terceira idade, associada a um consumo diário adequado de proteínas, auxilia a limitar e tratar os declínios funcionais relacionados à mudança da composição corporal ao longo do processo de envelhecimento1

A qualidade da proteína, assim como o momento de ingestão deste nutriente são fatores que devem ser considerados para otimizar os benefícios da ingestão proteica nesta faixa etária7

Portanto, uma ingestão proteica suficiente, com o consumo de proteínas de alto valor biológico e fontes de aminoácidos essenciais, é capaz de frear a evolução da sarcopenia. Além disso, fracionar a alimentação e distribuir os alimentos proteicos de forma regular ao longo do dia também é uma estratégia recomendada7

Entre os principais alimentos fontes de proteínas, destacam-se os laticínios, carnes, ovos e leguminosas8. É importante garantir que estes alimentos sejam incluídos na rotina em uma alimentação variada e, em caso de dificuldade ou consumo insuficiente, uma suplementação específica pode ser recomendada, de acordo com as necessidades individuais. 


Recomendação de ingestão proteica 

As evidências atuais sugerem que os idosos precisam de um aporte proteico maior do que os adultos jovens, com ingestões abaixo do recomendado sendo associadas a um maior risco de mortalidade9,10.  

A recomendação de ingestão proteica diária para idosos é de 1,0 a 1,2 g de proteína por kg de peso corporal. Para idosos com alguma doença estabelecida, a ingesta proteica pode ser ajustada devido ao processo inflamatório, presença de feridas ou infecções. Nesses casos, é sugerida a ingestão diária de 1,2 a 1,5 g de proteína/kg para idosos com doenças crônicas, podendo chegar a 2,0 g/kg em casos de doenças graves ou desnutrição1,9

Apesar da sua importância e necessidade diária, é comum que o consumo de proteínas reduza ao longo dos anos. Isso acontece devido à perda progressiva da eficiência da mastigação e da deglutição, associada à textura mais resistente dos alimentos proteicos que são habitualmente consumidos, como as carnes11

 

Um suplemento aliado ao combate da sarcopenia

Uma vez que até mesmo o idoso saudável apresenta modificações no ato de deglutir, levando à preferência por alimentos em consistência pastosa ou líquida, é muito importante ter cuidado com as escolhas alimentares ao longo do dia11. O uso de suplementos proteicos pode auxiliar na aceitação e aporte proteico diário, devido à sua versatilidade e praticidade. 

Nos últimos anos, estudos demonstraram melhora no quadro de sarcopenia com a adequação do consumo proteico por meio da suplementação12

Nesse contexto, o Piracanjuba Excellence Vital Care se destaca como uma opção de suplemento com sabor neutro, prático e nutritivo.  

Excellence Vital Care fornece 14 gramas de proteína por porção, somando-se a um mix de vitaminas e minerais. Assim, complementa a ingestão proteica diária quando a alimentação habitual não é suficiente, contribuindo para a manutenção da massa muscular e o aporte nutricional em idosos. 

Sua formulação com sabor neutro facilita a adesão e aceitação, podendo ser incorporado em água, sucos ou preparações culinárias de preferência do paciente, sempre com orientação profissional. 

Entre as variadas formas de consumo, Excellence Vital Care pode ser incluído em refeições de todos os momentos do dia, como café da manhã e lanche (em sucos, shakes, cremes de frutas, leite, iogurtes, patês) e no almoço e jantar (em purês, cremes, sopas, feijões). 

É importante ressaltar que os suplementos proteicos não substituem uma alimentação equilibrada, mas complementam adequadamente a ingestão total de proteínas, especialmente em indivíduos com necessidades aumentadas ou ingestão alimentar reduzida, um cenário comum na terceira idade devido a alterações sensoriais, dentárias ou digestivas. 


Referências Bibliográficas
[1] Gonçalves Tjm, Lilian M, Horie S, Adami B, Et Al. Braspen Journal Diretriz Braspen De Terapia Nutricional No Envelhecimento. 2019. Disponível https://www.braspenjournal.org/article/6537a02ca953957386453947/pdf/braspen-34-3%2C+Supl+3-6537a02ca953957386453947.pdf. Acesso Em 02 De Janeiro De 2026. 

[2] Wang L, Chao J, Zhang N, Li X, Li J, Jin S, Tan G, Chen T, Wu Y. Prevalence and Factors Associated with Sarcopenia in Community-Dwelling Older Adults: A Systematic Review and Meta-Analysis. Gerontology. 2025 Dec 4:1-16. 

[3] Araújo LP, Figueiredo Godoy AC, Fortes Frota F, Barbalho Lamas C, Quesada K, Rucco Penteado Detregiachi C, et al. Sarcopenia in the Aging Process: Pathophysiological Mechanisms, Clinical Implications, and Emerging Therapeutic Approaches. International Journal of Molecular Sciences. 2025; 26(24):12147. 

[4] Yuan S, Larsson SC. Epidemiology of sarcopenia: Prevalence, risk factors, and consequences. Metabolism. 2023; 144:155533. 

[5] Zhao R, Dong Y, Zheng Q, Yao J. Exercise and nutrition strategies for sarcopenia in older adults: evidence from a network meta-analysis based on EWGSOP and AWGS criteria. Frontiers in Nutrition. 2025 Oct 16;12. 

[6] Moreira VG, Perez M, Lourenço RA. Prevalence of sarcopenia and its associated factors: the impact of muscle mass, gait speed, and handgrip strength reference values on reported frequencies. Clinics (Sao Paulo). 2019 Apr 8;74:e477. 

[7] Bauer J, Biolo G, Cederholm T, Cesari M, Cruz-Jentoft AJ, Morley JE, et al. Evidence-Based Recommendations for Optimal Dietary Protein Intake in Older People: a Position Paper from the PROT-AGE Study Group. Journal of the American Medical Directors Association [Internet]. 2013 Aug;14(8):542–59. 

[8] Marchini JS, Martires CL, Nonino CB, et al. Aminoácidos e Proteínas - Série funções plenamente reconhecidas de nutrientes. ILSI Brasil. 2024;2(3). 

[9] Volkert D, Beck AM, Cederholm T, Cruz-Jentoft A, Hooper L, Kiesswetter E, et al. ESPEN practical guideline: Clinical nutrition and hydration in geriatrics. Clinical Nutrition. 2022 Apr;41(4):958–89. 

[10] Souza AMN, Fernandes DP de S, Rabiu I, Bittencourt JM, Novaes JF de, Ribeiro AQ. Baixa ingestão de proteínas está associada à mortalidade em idosos brasileiros. Revista Brasileira de Geriatria e Gerontologia. 2024 Apr 22 

[11] Oliveira BS de, Delgado SE, Brescovici SM. Alterações das funções de mastigação e deglutição no processo de alimentação de idosos institucionalizados. Revista Brasileira de Geriatria e Gerontologia. 2014 Sep;17(3):575–87. 

[12] Gomes Ll, Pereira Jar. Suplementação Proteica Como Estratégia De Prevenção À Sarcopenia Em Pessoas Idosas: Uma Revisão Sistemática. Estudos Interdisciplinares Sobre O Envelhecimento [Internet];29. Disponível Em: https://seer.ufrgs.br/index.php/RevEnvelhecer/article/view/139588/94314



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